Biblioteca: O diário do Diabo, Robert K. Wittman e David Kinney

Os segredos nunca antes revelados do diário de Alfred Rosenberg, o maior intelectual do nazismo

Sinopse:

Alfred Rosenberg foi uma figura importante no círculo íntimo de Adolf Hitler: sua obra sobre a filosofia racista se tornou um best-seller nacional e um dos pilares da ideologia nazista. Declarado culpado e executado durante os julgamentos de Nuremberg, Rosenberg mantinha um diário, peça-chave para desvendar a mente por trás de tantos crimes, que desapareceu de forma misteriosa e percorreu o mundo até ser encontrado, depois de uma busca de dez anos, pelo agente do FBI Robert K. Wittman.

Com base nos registros de Rosenberg sobre sua participação no confisco de obras de arte e na brutal ocupação da União Soviética, suas conversas com Hitler, sua eterna rivalidade com Göring, Goebbels e Himmler, O diário do diabo revela as engrenagens do regime nazista, e a mente do homem cuja visão extremista deu origem à “Solução Final”.

Em breve teremos a resenha de O diário do Diabo (The devil’s diary, Editorta Record, 462 páginas, 2017) aqui no Beco do Nunca.

Gosto muito de ler sobre os personagens da II Guerra Mundial. E essa obra se mostra completa. Contém dois apêndices. O Apêndice A faz uma linha do tempo do Terceiro Reich, o Apêndice B traz a lista de personagens. Trinta e duas páginas com notas (uma alegria para os leitores que gostam de se aprofundar na História), bibliografia e o índice. Há 12 páginas em couché com fotos que complementam o texto. Os livros de História precisam ter todas essas informações. Apenas ainda não entendi o motivo de a suástica estar invertida na capa do livro.

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